terça-feira, 8 de novembro de 2011

Viúva? Não!

Retomando o texto que escrevi sobre a 9ª temporada da série Two and Half Men...

Através da maravilha que é a internet, já assisti aos cinco primeiros episódios de Two and Half Men e não é viuvez...ficou uma porcaria! Não tem como deletar e tentar assistir como se o Charlie Harper (Charlie Sheen) nunca tivesse existido. É impossível!!!

E vou pelo menos comentar o primeiro episódio...o velório do Charlie... Simplesmente LAMENTÁVEL! Não foi engraçado, foi chato e os autores e roteiristas não pensaram sobre um assunto importante doenças sexualmente transmissíveis (DST's) e alusão entrelinhas a AIDS. Vou explicar... As ex-namoradas estão no velório e entre as palavras do discurso de Alan Harper (Jon Cryer) , elas começam a falar sobre as doenças que Charlie passou a elas: herpes genital, candidíase, gonorréia, clamídia, etc. Ficou péssimo dar a entender que Charlie era uma fonte de DST's e não se preocupava com o uso de preservativos. Charlie era mulherengo, tinha variadas namoradas e amantes de uma noite, e adepto de ménage à trois; enfim, mas sempre ficou subentendio se ele se prevenia ou não. Declarar que ele não fazia isso é no mínimo deselegante e incentivador "aos cabeças fracas" (que não sabem separar ficção de realidade) que podem ser como Charlie e não se preocuparem com a saúde.

Tirando isso e alguns outros trechos ruins, piadas sem graça, sem nexo e cenas mal interpretadas como as caras de cachorro abandonado do Walden Schmidt (Ashton Kutcher) e só ressaltam a falta de conteúdo desta nova temporada. Escrevendo um pouco sobre o personagem de Ashton Kutcher... ele é imaturo, manipulável (por Alan, por exemplo) e dependente da ex-mulher. Ela o trata como criança e Alan acaba por várias vezes sendo também "mãe" do personagem de Ashton: aconselhando-o e tirando-o de encrencas. Sem contar que até o Jake (Angus T. Jones) consegue manipulá-lo... E Jake fica pior a cada episódio... nas temporadas anteriores, como já comentei no texto anterior, ele era adorável, inteligente, roubava a cena e tinha sacadas por vezes ilariantes. Agora só faz papel de burro e comilão.

Só que o pior mesmo é aguentar o Alan se achando o protagonista, se achando referência de tudo o que já houve nas temporadas anteriores. E sem contar que eles acreditam que se Ashton Kutcher aparecer pelado vai aumentar a audiência...QUE ENGANO! E a cada semana, a cada episódio a audiência tem caido e não é apelando assim que vão reverter. Pior ainda se Alan e Jake também começarem com aparições nuas. Eca!

Charlie Sheen e Ashton Kutcher tem maneiras diferentes de fazer humor, tem maneiras diferentes de interpretar e achar que reencenar estórias passadas ou tentar amadurecer Walden vão colar é no mínimo uma aposta altíssima. O fãs e admiradores do Seriado estão acostumados com a ironia e sarcasmo do Charlie! Era melhor ter acabado de vez com a Série a ter que realizar uma releitura com personagens coadjuvantes natos (pelo menos neste Seriado!), tentando torná-los protagonistas.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Charlie Morto?!?

  
Entre as séries, Two and Half Men é um dos seriados americanos que mais gosto. E por isso, odiei as últimas notícias...

Primeiro: a entrada do ator Ashton Kutcher, que apesar de bom comediante e um rostinho bonito não tem nada a ver, não tem perfil para substituir Charlie Sheen.

Segundo: funeral para marcar a saída do personagem Charlie Harper (Charlie Sheen) do programa? Isso é realmente idiota... Charlie é simplesmente a Série, as Histórias... Sem ele vai ser mais um seriado fraco e sem graça. Alan (Jon Cryer) e Jake Harper (Angus T. Jones) não são nada sem Charlie e, é claro que Jake era engraçado apenas quando criança e em algumas cenas que roubava com sacadas geniais. Mas todos juntos são a receita para sucesso da série.

Porque matar o personagem? Porque a Warner e o produtor Chuck Lorre estão magoados com o grande ego que o ator Charlie Sheen sempre teve e eles assinaram em baixo durante Oito Temporadas? Ou porque os problemas com drogas extrapolaram? Ou ainda, segundo boatos por seu grande ego e sabedor que a série não é nada sem ele, o elenco principal não agüentava mais Charlie Sheen? Enfim, os motivos podem ser muitos e ou todos juntos, o que não dá para aceitar é que Charlie Harper morto na Nona Temporada e um simples mortal, sem brilho como Ashton Kutcher assuma a série.

O boato anterior sobre o fim de Charlie era bem melhor... Imagina ele indo embora rumo a Paris acompanhado de Rose (Melanie Lynskey)??? Seria uma boa saída... Mas sou honesta, assistir ao funeral do Charlie com todas as ex-namoradas presentes... Tem que ser hilário, pois só pensando já imagino muita confusão.

Então... Vou aguardar, sem muita animação e sinceramente sem muita curiosidade o lançamento da Nona Temporada para ver o que vai acontecer, mas certamente a mesma graça não terá!



Two and Half Men

Charlie Harper (Charlie Sheen) é um compositor de jingles solteirão bem de vida que vive numa casa na praia, tem um belo carro na garagem e grande facilidade de conquistar as mulheres. Seu estilo de vida casual em Malibu é interrompido quando seu irmão Alan (Jon Cryer), que está no meio de um divórcio, e seu sobrinho Jake (Angus T. Jones), chegam para morar com ele.

Para complicar ainda mais as coisas, há também a obcecada e controladora mãe de Charlie e Alan, Evelyn (Holland Taylor); a afastada mulher de Alan, Judith (Marin Hinkle, Once and Again); e a estranha vizinha Rose (Melanie Lynskey) que teve um breve romance com Charlie e está determinada a estar presente na vida dele custe o que custar.

Charlie, mesmo com o grande desgosto que tem com seu irmão, o acolhe pelo motivo de que seu sobrinho está junto de Alan. As grandes diferenças entre Charlie e Alan geram muitas confusões e muitas risadas dos telespectadores.

Apesar desse estranho relacionamento, Charlie e Alan descobrem que ambos têm uma coisa em comum: eles amam Jake e querem o melhor para ele. Os irmãos concordam em criar um lar "adequado" para Jake na casa de Charlie, e juntos esses dois homens e meio encaram os desafios de (em alguns casos, finalmente) se tornarem adultos.

domingo, 24 de julho de 2011

CLUBE 27


Amy Jade Winehouse (14/09/1983) - É mais uma grande artista, que desde ontem (23/07/2011), integra o Clube 27. Composto por pessoas geniais, grandes músicos que marcaram época como Kurt Cobain, Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix e Brian Jones. Todos possuem em comum, além da idade (27 anos), o abuso de drogas e de álcool, escândalos, relacionamentos, brigas e sem dúvida alguma a genialidade e uma luz especial sob seus olhos.

Fui um sábado triste em Londres, no Reino Unido. O corpo de Amy Winehouse foi encontrado em seu apartamento já sem vida. A partir deste momento o Mundo perdeu uma artista completa, uma Diva. Com sua voz diferenciada, pois com certeza ao escutar suas músicas, você certamente pensaria na época de ouro da música negra americana. Mas não, você enxergaria uma mulher branca, com variadas tatuagens, penteado e roupas extravagantes e uma inegável voz e performance no palco. Pena que mais uma vez as drogas e o álcool conseguiram vencer esta guerra. Será que sucesso, dinheiro e falta de orientação de pessoas realmente e verdadeiramente preocupadas com seu desenvolvimento também facilitaram para que as drogas e o álcool devastassem Amy?

Nunca saberemos a resposta..., mas toda a vez que pessoas influenciam e marcam a música, a moda e a arte em geral; nos perguntamos por quanto tempo teremos esta pessoa em nosso convívio. Amy Winehouse não foi diferente... apareceu, destacou-se, marcou, fez estilo..., mas sua estrela apagou. Saudades, Amy!


Ícones do rock que integram o Clube 27

Kurt Cobain - Líder da banda Nirvana, revolucionou o rock no início dos anos 1990 com um estilo alternativo, mas que dominou o rádio e a televisão. A pressão da fama afetou o jeito de Kurt lidar com sua vida. Durante os últimos anos de sua vida, Cobain lutou contra o vício em heroína e a depressão. Em 8 de abril de 1994, Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle, vítima do que foi oficialmente considerado um suicídio por um tiro de espingarda na cabeça.

Jim Morrison - Cantor e compositor, foi fundador da banda The Doors, um dos grandes sucessos do rock da geração do "paz e amor". Ainda antes da formação da banda, Morrison começou a consumir drogas e álcool. Morreu em uma banheira em Paris, em 1971. Embora haja suspeitas de overdose, as causas da morte nunca foram esclarecidas.

Janis Joplin - Cantora e compositora americana, é considerada até hoje a "rainha do rock". Janis lançou apenas quatro álbuns, pois sua carreira foi encurtada por problemas com álcool e drogas. Morreu em 1970, por causa de uma overdose de heroína.

Jimi Hendrix - Citado frequentemente como um dos maiores guitarristas da história, também foi cantor e compositor. Nascido em Seatle, nos Estados Unidos, foi um dos ícones do festival de Woodstock e ganhou destaque ao inovar, com técnicas até então indesejadas, como utilizar a microfonia. Morreu em Londres, de overdose, em 1970.

Brian Jones - Músico inglês, foi um dos fundadores do Rolling Stones, e responsábel por garantir o estilo rock'n roll da banda. Após o sucesso Brian acabou por ceder ao uso de drogas, o que lhe valeu o desligamento do grupo junho de 1969. Menos de um mês depois, foi encontrado afogado na piscina de sua casa.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Tenho que parar com isso!!!

Então... preciso parar de só escrever aqui quando algo muda na minha vida...a última postagem foi em outubro e desde então... mais nada. O dia deve ser narrado e não apenas narrativas em meses aleatórios ou pontuais.

Assim reinício estas narrativas sem promessas, mas com a vontade de escrever sempre, e aproveito usando o seguinte pensamento para este dia: "Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas".